UI, GRETTA!

pelo orgasmo matinal. em cima dos móveis novos da casa. pelo KY family pack. pelo prazer das gorrrda. porque quem come também quer ser comida. pelo sexo com boa comida. pelo sexo banhado a champagne. pela saciedade da alma. pela gula. pela donna peladona. pelo amor sem compromisso. e pela foda em relacionamentos sérios. só não vale jato do olho.

13.10.06

A nossa primeira

Ando sumida porque as coisas andam muito paradas. Época de seca. Entre safra. Chamem como quiser. É um horror. Tô é subindo pelas paredes, preocupada com as teias de aranhas que começam a aparecer por aqui.

E foi por isso mesmo que, morrendo de saudades de um bom pau, entrei numa sex shop, escolhi o modelo mais interessante e corri para casa para dar fim a essa secura de gozo que anda me rondando. E agora é assim, de casa para o trabalho, do trabalho para casa, fiel ao meu vibrador e gozando que nem uma louca várias vezes por dia.

E gozar com vibrador exige muita criatividade como vocês podem imaginar. Eu as divido entre histórias absurdas (como pensar que estou dando o cu pro William Bonner enquanto, na verdade, assisto ao Jornal Nacional) e as recordações. As recordações me deixam bem louquinha. Tem uma, a minha preferida, que foi a primeira vez com um gostosão do meu passado, um gostosão de pau respeitável, claro.

Ele tinha um controle sobre o pau dele que era impressionante. Ficava duro por vários minutos, horas até eventualmente, sem gozar, só me cansando. Mas eu ainda não sabia disso quando fui parar na cama de solteiro dele pela primeira vez. Eu estava sem tomar pílula naquela época, e estávamos sem camisinha por perto, mas estávamos loucos, eletrizzzzzados, doidos de tesão, numa fissura que só acontece quando tu já está louco para ir para a cama com o cara, mas sai com ele por pelo menos um mês antes de dar. Só de ver ele eu já ficava toda arrepiada. Quando ele falava perto do meu ouvido, no teatro, eu sentia minha calcinha molhada.

Finalmente, nua, na cama dele, enquanto ele, vestido, me deixava louquinha, não aguentei mais e num salto subi em cima dele, encaixei o pau dele na minha xotinha e comecei a cavalgar. A entrada daquele pau grosso quase me fez gozar, e foi aí que eu me dei conta que não podia estar ali, que não podia gozar, que não estava tomando pílula e nem usando camisinha. Mandei ele parar:
- A gente não pode! A gente não pode!!
- Eu não posso, tu pode: goza, goza gostoso gatinha, goza por mim e por ti... goza em mim sua safada...

O vibrador saiu mais que molhado de dentro de mim.

16.4.06

Novos leitores

Sou Libertina, mas sou blogueira.

Andei vendo os números desse devasso blog e concluí que preciso atualizá-lo com mais freqüência. Os acessos são diários, muitos partindo dos mesmos usuários, o que me leva a crer que tenho um público fiel que clica aqui em busca de

a) novas histórias do meu humilde dia-a-dia
b) inspiração nas peripécias já relatadas

Os que se encaixam na letra b são exatamente os mesmos caras que ainda têm aquela fita de vídeo antiga que um primo mais velho deu de presente no final dos anos 80, com americanas gemendo muitos "oh, yeah, oh yeaaaahhh", e que de vez em quando colocam no videcassete para bater uma punhetinha. Eu sei, confessem, minhas histórias são velhas, mas gostosas. Acessem sem vergonha o arquivo, seus sem-vergonhas!

Outro dado importante que descobri foi a presença de novos leitores. Gente que anda acessando muito ultimamente o meu querido diário sexual. Então, a eles, que ainda não se definiram se estão aqui para procurar atualizações ou para ler e se deliciar com meu passado, aqui vai uma novíssima e interessante história.

Se passou na noite passada.

Fazia tempo que eu não transava em motel. Nunca fui muito assídua nesses estabelecimentos, assumo, mas também nunca fui daquelas que têm nojinho de banheira, nojinho de lençol, nojinho disso ou daquilo. Eu bem que gosto de ir num motel daqueles mais chinelos mesmo, nada de suíte Atenas, Madagascar, Mil e uma Noites e o escambau. Gosto de quarto de motel que não tem nome, mas tem cama redonda, espelho no teto, banheira de hidro pequena e luzes avermelhadas com dimmer.

Podem me chamar de uma libertina conservadora.

Ontem, sábado para domingo, quis surpreeender o carinha com quem tô saindo de vez em quando (aos sábados, terças e quintas) e convidá-lo a passar no motel. Ele adorou, já que mora sozinho e as últimas trepadas haviam sido um problema na reunião de condomínio do moço. Sim, eu grito e muito.
Chegando lá pedimos a suíte luxo. Mas o que ele ganhou foi um boquete súper luxo, feito já nas escadinhas que davam acesso da garagem à porta do quarto. Coloquei meu casaco no degrau e pedi que ele se sentasse ali, porque eu queria "fazer uma coisa". Olhei com cara maliciosa e chupei sem parar durante um ou dois minutos. Senti o pau enorme na minha boca e vi que se continuasse, o gostoso ia gozar ali mesmo. Bem capaz! E eu?
Subimos o resto dos degraus e dessa vez foi ele quem veio levantando a minha saia antes mesmo de abrir a porta... quando percebi tinha caído de joelhos no chão do hall e tava sendo perfurada de quatro. A gente foi se arrastando como dois cachorros até entrar na suíte. Pedi um tempo para tirar minha blusa (estava sem sutiã) e minha calcinha. Fiquei com minha minissaia jeans e meu sapato preto, um escarpin de salto altíssimo. Enquanto ia tirando a roupa, entrando de ré no quarto e de frente pra ele, ia fazendo uns movimentos de striptease mesmo sem música. Foi quando ele veio e me atacou, me jogou pra cima da cama e começou a me comer e morder meus peitos com força, puxando meu cabelo com uma mão. A outra foi indo pra bunda e um ou dois dedos ficaram brincando no meu cu. Quando ele sentiu que eu tava bem relaxada atrás, me olhou e disse: "posso comer teu cu?" Respondi: "só se for beeeeeem fundo!"
Gritei. Gritei. Gritei.

Ainda bem que motel não tem reunião de condomínio.

10.11.05

porque putaria tem hora

sempre tive o desejo de alugar um quartinho perto da roviária, me vestir de puta e ir para lá com um amigo. juro. tenho certeza que iria gozar como uma louca.

um dia ainda boto em prática a brincadeira.
mas quanto será que eu devo cobrar, hein?

18.10.05

amor e sexo

já ouço os homens dizendo, com entonação debochada:
- demorou.

esse blog é escrito por mulher(es). passa a ser, portanto, uma questão cultural e hormonal abordar esse tema polêmico.

eu, libertina, falo aqui por mim, danem-se as outras:

sexo é sexo, amor é amor. não acho que as mulheres devam vivenciar os dois sentimentos juntos. na hora do sexo, se a gente se concentra demais no amor fica tudo comprometido.
o amor faz subir aos céus as expectativas. porque amor rima com beijinhos, carinhos sem ter fim... e até peixinhos, se me permitem roubar mais essa do poeta. o amor é exigente demais. é ciumento, é cuidadoso, é profundo*.

o sexo é carnal. quanto mais desprendida da mente e concentrada nos corpos, melhor é a transa. o sexo é livre, é pulsação, mil fantasias, palavras safadas, respiração quente, libertinagem.

eu amo. e muito. mas coloco o amor debaixo do travesseiro e faço muito sexo. e depois de tudo, agradeço por amar fazer sexo com ele.



* taí uma coisa que serve pros dois, amor e sexo: a profundidade. tema para outro post.

1.9.05

don't punk with my heart

faz tempo que eu não divido minhas fantasias sexuais com os leitores desse blog. pois ontem à noite, depois de uma trepada bem dada, me dei conta de que tenho uma tara pela pele ao redor do pau. não poderia deixar de escrever, concordam?
tem coisa mais divertida do que ficar descendo e subindo aquela pele macia com a língua? já tive namorado judeu, portanto circuncisado, e admito que prefiro os que tem a pele até meio grande, para poder dar umas mordidinhas e puxar de vez em quando. não sei se os caras gostam, meu atual partner não se importa.
falando em boca no pau, tentem repetir esses movimentos de sobe e desce com a língua e com as mãos no ritmo de músicas como "don't punk with my heart", do black eyed peas. melhor que as aulas da academia!

24.8.05

comemorai!

hoje, há 10 anos, eu dava pela primeira vez. uma década de muito riso, porra e testes de gravidez pra comemorar! embora, no meu caso, nenhum tenha dado positivo. dizem por aí que tá na moda... HAHAHAHA

8.8.05

RG

chega de hipocrisia.
tamanho é documento sim. não me venham com plic-placs, tubo de pasta de dente, caneta de 10 cores ou banana caturra.
e se for grosso que também não seja uma garrafa de coca 2 litros.
vamo se respeitá!

19.7.05

tudo programado

uma hora de folga para almoçar.
tu mora pertinho do trabalho.
ele tem um carro potentíssimo.
se encontram na tua casa.
saem 40 minutos depois sem terem almoçado.
tu volta para o trabalho mais sorridente que nunca.

13.7.05

ninguém venera as venéreas

o bom leitor deste blog conhece as chamadas dst (doenças sexualmente transmissíveis), que se manifestam nos órgãos genitais masculinos e femininos. o bom leitor sabe, também, que o uso do preservativo, a popular camisinha (em outros pagos conhecida como camisa de vênus), evita a trasmissão dessas enfermidades. o bom leitor, no entanto, não deve usá-la 100% das vezes que pratica o ato sexual, o famigerado sexo (ou amor, transa, foda, trepada...). o bom leitor não deve, igualmente, usá-la em 50% dos coitos. o bom leitor, suponho, não é ignorante a ponto de transar oito vezes por semana e usar a camisinha em apenas quatro... porque de nada adianta. o bom leitor agora coloca o dedo na consciência, apóia o cotovelo no joelho e imagina o que a libertina tem a ver com as dêéssetês.

respondo: não estou com hiv, hpv, herpes genital, sífilis ou gonorréia (aliás, adoro esse nome!). mas poderia.

pop rock, a rádio da galera.

28.6.05

porra no olho

a sue, do talksexwithsue.com e no gnt, recomenda que a gente não engula porra porque transmite muitas doencinhas, muita porcalhada.
tô nem aí, tô nem aí!
by the way, já existem no mercado pílulas que garantem emprestar um gostinho diferente à porra, tipo sabor de frutas... nunca provei.
e sigo afirmando: pior que porra na garganta é porra no olho! dói como se fosse uma fincada!

13.4.05

dê dois.... mas mantenha o respeito!

uma vez estava de história com um cara muito, mas muito careta. mas eu não sabia. descobri só quando abri a gaveta e tirei o bagulho de dentro.
antes de acender o "béqui" tive que ter uma conversa séria com ele, quase de homem para homem, explicando que eu só fumava de vez em quando, que eu relaxava com o troço e que adorava trepar doidona, que tinha altos orgasmos depois de fumar um.
ele duvidou, ficou de cara amarrada, mas me deixou fumar sem atucanar.
fumei. ficamos conversando. beijinhos. etcs....
trepamos.

muito.

no dia seguinte o rapaz chega na minha casa e já sai perguntando: não é que tem mais daquela coisa aí?

homens, tsc, tsc...

6.4.05

magic fingers

Ando ta-ra-da por me masturbar. É toda hora, de uns dias pra cá. É deitar pra dormir e começa aquela vontadinha de enfiar o dedo pelo lado da calcinha, mexer devagarinho, sentir que tô ficando molhadinha e sem me dar conta começar a pressionar mais forte e mais rápido, até entrar em transe, e sentir aquele formigamento indescritível que antecede um orgasmo, quando o corpo treme inteiro, a cabeça desaparece e os olhos fechados só enxergam cores, como num caleidoscópio. E quando isso acontece, o sono finalmente chega, e eu durmo com um sorrisinho sacana no rosto.

1.4.05

Edifício V

Esse post devia chamar-se Carro I, e não Edifício V.
Quando meu amigo chegou na minha casa, eu já estava esperando ele com a porta aberta. Mulher tem cada jeito de demonstrar a sua interminável culpa. O meu jeito foi estando linda e pronta quando ele estacionou o carro.
Nos vimos, sorrimos, fiz a volta no carro, abri a porta, me sentei e finalmente disse oi.
Ele ficou sério me olhando.
Me olhou de cima a baixo, como se estivesse enxergando mais do que os outros, como se estivesse vendo a lingerie que eu estava vestindo. Ou além dela.
Fiquei sem ação. O que esse cara quer? Imóvel. Me olhando. E eu olhando para ele.
Até que, não sei bem quem ou como foi que começou, nos beijamos.
Não violentamente, mas com uma certa agressividade nos beijávamos e nos tocávamos. Eu passava a mão no pescoço dele, ele acariciava as minhas costas, entrava e saía da minha camisa, tocando com a ponta dos dedos o meu sutiã.
Não sei quanto tempo aquele beijo durou. E quando terminou, ele disse que tinha que abastecer o carro antes de ir para o tal aniversário.

No posto de gasolina, enquanto ele dava a chave e as órdens ao frentista, eu desci para comprar uma cerveja na lojinha de conveniência. Peguei duas latinhas e a chave do banheiro. Estava extremamente eufórica, e quando fico assim excitada, fico morrendo de vontade de fazer xixi.

Notei que meu amigo tinha acabado a função do carro e estava vindo atrás de mim.
- Eu só vou fazer xixi...
- Também tô precisando.

Entramos os dois no micro banheiro do posto.
- Eu tô muito apertada, mas vira para lá, não quero que tu me veja.
Ele virou, mas enquanto eu fazia xixi ficava espiando, virando a cabeça e me olhando nos olhos. Para descontrair, tirei a carteira dele do bolso da calça e fiquei brincando de olhar o que ele carregava nela. Acabei, me levantei e me vesti.
Quando ele abriu as calças resolvi deixar meus instintos me guiarem.
Peguei o pau dele, duríssimo, e enfiei a minha língua na sua boca.
Enquanto nos beijávamos, continuei ritmadamente masturbando ele. Depois me abaixei e comecei a chupá-lo. De vez em quando olhava para cima para ver a sua reação. Ele parecia completamente relaxado, apesar de estar muito excitado. E eu nem podia acreditar que estava ali, no banheiro de um posto de gasolina com aquele cara!
Numa dessas idas e vindas ele me puxou para cima. Me beijou na boca e abriu a minha camisa, a minha calça, botou a mão dentro da minha calcinha.
E eu, completamente nua naquele banheiro minúsculo, já não aguentava mais, tava explodindo de tesão. Fiz com que ele sentasse no vaso com a tampa fechada e me sentei no seu colo, de frente para ele. Segurando o seu pau, fui enfiando devagarinho dentro de mim. Subi e desci duas vezes e já estava gozando muito. Ele viu e também não demorou para gozar.
Ficamos naquele banheiro por mais uma meia hora, nos beijando, depois nos vestindo e colocando o que dava no devido lugar. Depois saímos de lá tentando não chamar muita a atenção dos adolescentes que fumavam e ouviam péssima música por ali.

Fomos ao aniversário e nunca mais tocamos no assunto banheiro do postinho.
Também nunca mais tocamos um no outro.
Éramos amigos demais, melhor continuar assim.

O Joaquim, meu namorado, nem sonha com toda essa história.

14.3.05

Punição - Antes tarde do que nunca

Um cara com a qual eu trepo de vez em quando me contou uma história muito interessante. Quando ele era adolescente, costumava ficar excitado com qualquer coisa com cabelos longos, boca, seios e bunda que visse pela frente. E nos verões saudosos no litoral gaúcho, os pensamentos libertinos ganhavam forma quando ele se trancava no quarto da casa de praia para bater a punheta do turno. O alvo: a parede. Tinha a porra da punheta da manhã, a porra da punheta da tarde, a porra da punheta da noite e a porra da punheta da madrugada. Uma grudada em cima da outra. Um belo dia ele foi desmascarado. Ao invés de um castigo, como lavar a parede com a língua, a mãe do guri resolveu ensiná-lo a levar um papel higiênico para a cama. Foi, segundo o próprio, um dos momentos mais constrangedores em família.

Passaram-se anos e a vergonha se foi. Tanto que ele até me contou essa história rindo.

De vez em quando acho um que outro papel higiênico pelo quarto.

Mas não vejo a hora de pedir pra ele lamber a parede aqui atrás do meu travesseiro!

8.3.05

Edifício IV

Depois de 15 dias de Joaquim e nada de ouvir falar ou encontrar o meu amigo, achei que tinha feito a maior cagada da minha vida. Tá certo, a história com o Joaquim estava quase virando uma verdadeira "história", e era realmente uma coisa boa, nos entendíamos bem na cama, sobre a mesa, no chuveiro, no chão, e gostávamos dos mesmos filmes, o que tornava o programa cineminha-jantarzinho-e longas horas de sexo animal o nosso principal motivo de viver depois das 18 horas. O único inconveniente de estar com ele, era quando encontrávamos pela escada o vizinho engenheiro. Eu ficava vermelha inexplicavelmente. Para o Joaquim.

Mas eu não estava apaixonada pelo Joaquim. E continuava sem conseguir tirar meu amigo da cabeça. Ao ponto de algumas vezes, fechar os olhos no meio de uma transa e pensar que aquelas mãos que seguravam com força a minha cintura eram as dele. E gozava assim. E quando abria os olhos tinha que lembrar onde é mesmo que eu estava.

Daí que ontem eu extraordinariamente estava em casa, depois do trabalho, quando o telefone tocou. Era o meu amigo.
- Puxa, finalmente te pego em casa. Acho que tu tem estado mais no meu edifício que na tua casa.
- Como assim?
- Tenho ligado para ti todas as noites, desde a semana passada, mas só falo com a secretária eletrônica, que aliás, me contou dia desses que anda com saudades de ti.
Desconcertada, mas não morta, respondi.
- E tu? Anda com saudades de mim?
- Olha, eu ainda tenho dois vizinhos que tu não conhece. Um deles é casado, e eu não quero piti pelos corredores do edifício. Te arruma que vou passar aí para te pegar. Tenho um aniversário e não quero ir sozinho. Claro, isso se tu já não tem programa para essa noite... não quero te atrapalhar....
- Palhaço. Liga quando estiver na esquina.

26.2.05

Pequeno Príncipe

Ele já acorda todo faceiro e incontrolável, querendo me comer de qualquer jeito. Mas não dava, tínhamos marcado almoço com os meus pais para dali a 20 minutos. Quando achei que o facho estava sossegado, ele toca nos meus peitos e fica instantaneamente de pau duro de novo.

EU - Agora não, prometo que mais tarde eu vou querer dar.
ELE - Tu és eternamente responsável por aquele que deixas com tesão.

21.2.05

Underwear

Morro de tesão de cheirar cuecas usadas. Morro. Agora que uma companheira de sacanagem assumiu em público, não quero que ela seja uma voz sozinha na multidão.

Mas vou aproveitar para contar um outro causo envolvendo uma pecinha de roupa íntima. Não uma cueca, mas uma calcinha, desavergonhadamente dentro da gaveta de cuecas do meu namorado. E ela não era minha.

Noite modorrenta que prometia no máximo um sexo-relax, meu namorado estava no banho e pediu que alcançasse uma cueca. Abrindo a gaveta, dei de cara com a tal calcinha, de rendinha preta.

Perguntei de quem era a calcinha, e ele respondeu que era de uma conhecida nossa, que tinha deixado na casa dele depois de um banho de piscina “inocente”.

Cheia de maldade, vesti a calcinha, enquanto ele estava só enrolado na toalha. Nos beijamos rindo da sacanagem e fui mais longe. Pedi para que ele me chamasse pelo nome da fulana, enquanto me fodia sem tirar a pecinha, só dando aquela empurradinha pro lado.

Estimulado pela idéia de me chamar pelo nome da fulaninha – dona de um belo par de peitos -, ele foi além. Tirou o pau de dentro de mim, me chamou de puta e rasgou a calcinha em pedacinhos.

Quando ele me fodeu de novo, gozamos muito.

Aí, depois do torpor, a mulherzinha que há em mim voltou.

- De onde saiu esta calcinha? Tu acha que eu engulo essa? Tu tem tesão pela fulaninha?!

Mulheres, tsc, tsc.

Edifício III

- Tu tens o telefone do Joaquim?
Ele se fez de desinteressado.
- Tenho. Pega ali na minha agenda.

Dias depois, porém, quando chegava em casa no final da tarde, me encontrou saindo do edifício com Joaquim. Estávamos indo ao cinema. Não quer vir junto? Não, obrigada, tenho que trabalhar. Ok, até mais, então. Tchau.

Passaram-se vários dias até que nos falássemos novamente. Eu tive que ligar. De alguma forma, ele não gostou do que estava acontecendo. Talvez tenha ouvido meus gemidos enquanto subia ou descia as escadas. Muito provável. Joaquim era fantástico, durante dois dias, não saí da casa dele. A minha posição preferida com ele era de costas. Ele me penetrava por trás e acariciava os meus seios com uma mão, enquanto me masturbava com a outra. As vezes deitados, ele sobre mim. As vezes de joelhos sobre a cama. Era incrível, eu gozava profundamente, e nem precisava forçar a barra gritando, meus altos gemidos eram totalmente naturais. Cheguei a pensar em abortar o plano pela metade.